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Saiba o que é a INDÚSTRIA 4.0
05/11/2015

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Segundo o Ministério da Educação e Tecnologia da Alemanha, essa nova indústria refere-se à evolução tecnológica de sistemas computacionais dedicados a sistemas ciber-físicos, baseado na representação virtual de um processo de manufatura em software. O conceito foi definido pela primeira vez em 2006, por James Truchard, CEO da National Instruments, companhia norte-americana com operações em 41 países. “A Indústria 4.0 representa a quarta revolução industrial, pela qual os processos industriais integram o mundo virtual e o mundo real, em que máquinas, produtos e componentes compartilham e processam informações de forma inteligente via internet, big data e computação cognitiva”, explica Arruda. Segundo ele, a inteligência descentralizada permite criar um networking de ‘coisas e máquinas inteligentes’, fazendo o gerenciamento de processos de forma independente.

E é justamente essa integração ‘ciber-físico’ que representa um aspecto crucial do processo de fabricação e produção e uma mudança de paradigma de um modelo controlado de forma centralizada para a produção descentralizada e autônoma. Essa revolução se dá graças ao avanço recente de tecnologias de informação e de produção que permitem a integração físico-virtual em patamares até então inimagináveis. Robôs autônomos, realidade virtual, impressão 3D, computação nas ‘nuvens’, associada à big data e computação cognitiva, sistemas ciber-físico e internet das coisas são algumas das plataformas tecnológicas fundamentais para esse movimento.

 

Guardado nas nuvens

 

O crescimento fenomenal da computação em nuvem, computação móvel e mídias sociais resultam na explosão do volume de dados corporativos. Facebook, Twitter, LinkedIn e muitas outras aplicações baseadas na nuvem não só estão aumentando a quantidade de dados, mas também os tipos e fontes de informação, dentro e fora da empresa. Vale lembrar que a expressão ‘big data’ surgiu no início do século XXI, atribuída ao analista da Gartner, Doug Laney, que a definiu como alto volume, velocidade e variedade de ativos de informação que requerem formas inovadoras e econômicas de processamento para uma melhor percepção e tomada de decisão. O professor Arruda afirma que, no passado, guardar volumes excessivos de dados era um problema, mas com a diminuição dos custos de armazenagem e o uso da nuvem, outras questões emergem, incluindo a forma de determinar a relevância dentro de grandes volumes de dados. Hoje, os da dos são transmitidos em uma velocidade sem precedentes.

As etiquetas RFID (radiofrequência) e sensores de medição inteligente impulsionam a necessidade de lidar com grandes volumes de dados em tempo quase real. Segundo analistas da Forbes, a variedade é talvez o elemento mais interessante da definição de Laney. Os dados são originados em todos os tipos de formatos: dados estruturados, numéricos em bancos de dados tradicionais ou informações criadas a partir de aplicativos de linha de negócios. Documentos não estruturados de texto, e-mail, vídeo, áudio, dados de cotações da bolsa e transações financeiras. A maior parte desses dados já pertence às organizações que os geraram, mas não são utilizados. São os chamados dados escuros em analogia às matérias escuras e não vistas no universo, mas que influenciam o conjunto e o volume total de dados. Esses analistas dizem que o crescimento do ‘big data’ é exponencial.

   

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